13/01/13

MICHELIN no DAKAR: Pelo desporto e pela inovação
Desde 1982 que o Grupo Michelin se compromete regularmente com o Dakar, uma prova que tem um sentido especial para o fabricante. Com efeito, a Michelin e o Dakar partilham valores comuns, o que se traduz no acordo por três anos entre ambas as entidades que entrou em vigor no passado ano.
Um desafio desportivo... para ultrapassar os limites com os melhores pilotos
Desde a sua criação o Dakar forjou uma posição de liderança entre as provas de rallies-raids para se tornar, de edição em edição, numa referência absoluta. Atualmente, a prova, que se disputa por sexta vez na América do Sul, está considerada com toda a justiça como o principal ponto de encontro da especialidade.
Pilotos e equipas vão medir forças num percurso com inúmeras dificuldades. Entre as exigências de velocidade pura, de corrida de orientação, de navegação, de regularidade, de resistência e de capacidade de pilotagem nos terrenos mais hostis, o Dakar é um desafio completo e complexo.
A elite da especialidade reunir-se-á mais uma vez para esta 36ª edição que se anuncia emocionante, pois as cartas estão muito repartidas entre os candidatos à vitória nas diversas categorias. Especialmente em moto, com o regresso de Marc Coma, ausente por lesão no ano passado, que se reencontrará com David Casteu em KTM, enquanto que Cyril Despres defenderá desta vez as cores da Yamaha.
Como líder tecnológico da indústria do pneu, a Michelin quer apoiar o mais possível os maiores. Estar a nível dos melhores proporcionando as últimas inovações para aspirar a um só objetivo: a vitória. Deste modo, a Michelin conseguiu uma lista de prémios excecional em rallies-raids: 30 triunfos em moto e em camião, 16 em carro e 11 com a marca BFGooddrich. Um êxito desportivo único que se baseia num rendimento impecável nas condições mais extremas.
Em competição, a Michelin sempre procura as condições mais extremas para desenvolver e fazer progredir a sua tecnologia. Neste sentido, as condições do rally-raid são muito exigentes para os pneus, o que confere ao Dakar um estatuto de laboratório a escala real para validar as inovações numas circunstâncias sem par.
Durante os treze dias de corrida entre a Argentina, a Bolívia – país que atravessa o rally pela primeira vez nesta edição de 2014 – e o Chile, num percurso de cerca de 5.000 quilómetros de especiais, a enorme variedade de terrenos obrigará os participantes a defrontar todo o tipo de dificuldades: pistas rápidas, esburacadas e zonas desérticas com vastas extensões de areia.
O percurso do Dakar 2014 para automóveis prevê-se particularmente técnico e exigente, com uma distância das especiais de quase 5.000 quilómetros, algo sem precedentes. Cinco etapas oferecerão aos participantes a possibilidade de medirem forças num percurso com mais de 500 quilómetros. Em primeiro lugar, a quarta etapa, San Juan - Chilecito, com a especial mais longa desta edição. Será disputada na quarta-feira 8 de janeiro sobre 657 quilómetros de “oeste selvagem”, entre montanhas e planícies. Os competidores pôr-se-ão ao volante para disputar a quinta etapa no dia seguinte, Chilecito – Tucumán, numa especial muito exigente, de 527 quilómetros, que submeterá a duras provas a pilotos, mecânicos e pneus. Seguidamente, os participantes no Dakar 2014 enfrentar-se-ão a uma especial longa de 533 quilómetros, no domingo 12 de janeiro, após a jornada de descanso em Salta. A etapa séptima é um anel de 533 quilómetros Salta – Salta… A mais de 3.500 metros de altitude. Por último, as etapas 10 e 11 decorrerão na quarta-feira 15 e quinta-feira 16 de janeiro. A primeira destas duas especiais, Iquique – Antofagasta, é a segunda mais longa do Dakar 2014 com 631 quilómetros. Após 200 quilómetros de areia, os competidores enfrentar-se-ão ao fesh-fesh. Na jornada seguinte, durante a etapa Antofagasta – El Salvador, os pilotos defrontarão os 605 quilómetros de uma especial muito variada em Atacama, numa etapa definida pelos organizadores como a “referência do Dakar 2014”.
O MICHELIN Latitude C
Com 30 anos de experiência em Todo o terreno, a Michelin desenvolveu um pneu que já apareceu no Dakar 2013 e enfrenta-se a uma nova validação este ano: o MICHELIN Latitude C. Trata-se de um pneu especial, capaz de encaixar fortes solicitações e de resistir às agressões das pistas sul-americanas, oferecendo a motricidade necessária para evitar ao máximo atolar-se nas dunas do deserto.
Para chegar a este resultado, a Michelin desenvolveu uma estrutura flexível e muito resistente, um pneu com flancos altos (na dimensão 245/80-16), que pode rodar a baja pressão, e dispõe de uma banda de rolamento eficaz para oferecer motricidade.
Este pneu também foi concebido para permitir aos automóveis de mais de duas toneladas (como, por exemplo, os Mini da equipa X-Raid) rodar com segurança em pistas rochosas, a velocidades de ponta superiores aos 180 km/h. O MICHELIN Latitude C assegura também a duração indispensável para disputar as longas especiais desta edição de 2014, que podem superar os 600 quilómetros.