03/01/13

• Segurança, rentabilidade e sustentabilidade: três boas razões para refletir.
• Manutenção e armazenamento impróprio podem inutilizar os pneus.
A Continental, um dos líderes mundiais no fornecimento e produção de pneus, alerta para o risco associado à aquisição de pneus usados, especialmente aqueles que têm uma origem desconhecida ou duvidosa.
A Continental alerta todos os consumidores para o perigo da aquisição de pneus usados por estes poderem ter estado expostos a utilizações, manutenções e armazenamentos impróprios que podem ter danificado o produto a ponto de o tornar inutilizável.
As recomendações da Continental sobre a utilização de pneus usados assentam em três vetores essenciais: Segurança, Rentabilidade e Sustentabilidade.
Ao nível da segurança, a profundidade mínima de piso de um pneu é de 1,6mm. À medida que aumenta o desgaste do piso, a performance do pneu vai sendo afetada. Para além de aumentar o risco de aquaplanning e as distâncias de travagem serem mais longas.
Segundo testes efetuados pela Continental, a distância de travagem de um pneu com uma profundidade de piso de 1.6mm é 45% maior do que a de um automóvel equipado com pneus novos.
A Continental recomenda a substituição dos pneus quando estes atingem uma profundidade de piso de 3,00mm.
Para além da questão da segurança, um pneu usado tem um custo mais elevado do que um pneu novo, logo é menos rentável. Para além de que pode apresentar imperfeições, mau estado de conservação, colocando em causa a segurança de todos os passgeiros do veículo.
A importação de pneus usados tem também inúmeras implicações e custos para o ambiente, já que rodando menos quilómetros do que um pneu novo, os pneus usados aumentam o custo de reciclagem por quilómetro percorrido.
A borracha vulcanizada não se degrada facilmente e quando queimada a céu aberto contamina o meio ambiente com carbono, enxofre e outros gases. Para além disso os pneus usados abandonados, representam também uma ameaça para a saúde pública.